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Paulo Trigo Pereira

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Sou professor catedrático do ISEG (Universidade de Lisboa) e presidente do conselho científico do Institute of Public Policy TJ-CS. De 1982 a 2015 dediquei-me ao ensino e investigação nas áreas de finanças públicas, economia das Instituições e sistema político. Dos cinco livros que escrevi Portugal: Dívida Pública e Défice Democrático, premiado, foi o mais pequeno, o mais difícil, mas o que me deu maior prazer. Coordenei vários projetos da sociedade civil sobre transparência orçamental em Portugal e escrevi regularmente no jornal Público (2011-15). Na XIII legislatura (2015-2019), exerci a função de deputado à Assembleia da República. Eleito como independente nas listas do Partido Socialista, acabei exercendo o mandato como deputado formalmente independente (não inscrito). Regressei depois à vida académica (ISEG)

Artigos publicados

Orçamento do Estado(https://observador.pt/seccao/economia/orcamento-do-estado/)

Um Orçamento entre demasiadas incertezas(https://observador.pt/opiniao/um-orcamento-entre-demasiadas-incertezas/)

Num contexto internacional incerto, acrescentar sucessivamente diminuições de receita ou aumentos permanentes de despesa sem uma visão do seu efeito conjunto é uma forma peculiar de fazer política

Habitação e Urbanismo(https://observador.pt/seccao/sociedade/pais/habitacao-e-urbanismo/)

Habitação: uma emergência nacional(https://observador.pt/opiniao/habitacao-uma-emergencia-nacional/)

As manifestações são apenas um sinal. Podemos debater a atuação da polícia alguns dias mas a crise ficará connosco por muitos anos. É sobre ela que o país deveria estar a estudar, discutir e resolver.

Orçamento do Estado(https://observador.pt/seccao/economia/orcamento-do-estado/)

O que seria um bom Orçamento do Estado?(https://observador.pt/opiniao/o-que-seria-um-bom-orcamento-do-estado/)

O nosso processo orçamental continua a premiar o anúncio e a desvalorizar a avaliação. Discutem-se novas medidas, mas raramente se regressa às antigas para saber se cumpriram o prometido.

Defesa(https://observador.pt/seccao/sociedade/defesa/)

Defesa Europeia sacrificando o Estado de Bem-Estar?(https://observador.pt/opiniao/defesa-europeia-sacrificando-o-estado-de-bem-estar-e-a-coesao/)

Se os governos nacionais forem obrigados a financiar o aumento da despesa militar através dos seus próprios orçamentos, terão de aumentar impostos, aumentar a dívida pública ou reduzir despesa.

Segurança Social(https://observador.pt/seccao/economia/seguranca-social/)

Segurança Social: nem alarmismo nem imobilismo(https://observador.pt/opiniao/seguranca-social-nem-alarmismo-nem-imobilismo/)

Se queremos pensar em reforma devemos começar por pensar no método para a implementar.

Orçamento do Estado(https://observador.pt/seccao/economia/orcamento-do-estado/)

O Estado da Nação e o OE2027(https://observador.pt/opiniao/o-estado-da-nacao-e-o-oe2027/)

Com uma aprovação provável do OE2027 o verdadeiro teste orçamental a este governo será no OE2028, no final de um ano político que será certamente complicado pelo processo de revisão constitucional.

IRS(https://observador.pt/seccao/economia/impostos/irs/)

IRS: o subsídio de férias já se foi(https://observador.pt/opiniao/irs-o-subsidio-de-ferias-ja-se-foi/)

Esta prática nova de alterar as taxas de imposto fora do período orçamental, que começa a 10 de Outubro, deveria ser pura e simplesmente proibida na lei

País(https://observador.pt/seccao/sociedade/pais/)

O Pântano II: Ventura, Passos e Carneiro(https://observador.pt/opiniao/o-pantano-ii-ventura-passos-e-carneiro/)

Uma coisa é não desejar um bloco central, outra é considerar que, no pântano em que nos movemos, não é possível nenhuma reforma.

Revisão Constitucional(https://observador.pt/seccao/politica/nova-constituicao/revisao-constitucional/)

Revisão Constitucional: regras para quê?(https://observador.pt/opiniao/revisao-constitucional-regras-para-que/)

No aspeto formal, não me parece haver dúvidas que as regras do jogo democrático não estão a ser cumpridas neste processo de revisão constitucional.

Parlamento(https://observador.pt/seccao/politica/parlamento/)

É possível sair do pântano em que estamos?